SEMPRE MÚSICA . . .

terça-feira, 13 de novembro de 2007

[] Brenda Lee

Qualquer pessoa que goste de música e saiba alguma coisa da época do rock e das baladas românticas que viraram praticamente um estilo de música e de cantar lá pelos anos 60, já ouviu = pelo menos ouviu = falar em Brenda Lee.

E quem assistia mesmo que eventualmente a última novela das 9 horas da TV lobo, Paraíso Tropical, com certeza ouviu Brenda Lee cantar, sem nem saber que era ela.

Sim, pois era uma música de Brenda Lee “I’m Sorry”, que era o tema da personagem vivida pela atriz Beth Goulart . Lembram? Era uma baladinha muito triste e melódica , marca registrada de Brenda.

Tenho um cd, “In the mood for love” que é todo ele de baladas clássicas....é uma compilação de gravações de discos anteriores. Vejam só:

Georgia on my mind = Funny how time slips away = Wishin’ and Hopin’ = The crying game = Teach me tonight = I’m in the mood for love = Always something there to remind me = The end of the world = Softly as I leave you = Am I blue ? = Come rain or come shine = You always hurt the one you love = Pretend = I left my heart in San Francisco = Crying Time = You don’t have to say you love me = Sweet memories = Always on my mind = ...

Apesar de ter sido uma criança prodígio, soube direcionar e administrar a carreira de maneira tranqüila e permanente. Sobreviveu aos modismos todos e continua cantando e fazendo turnês por todos os Estados Unidos. Bem no início dos anos 60 viajava o mundo inteiro e ia com bastante freqüência à Inglaterra e quatro jovens músicos iniciantes geralmente abriam seus shows em Londres :The Beatles...

As capas dos discos dela editados no Japão, são muito curiosas. Esteve mais de uma vez no Brasil e apresentou-se com a sensação brasileira do momento: Cely Campello e Tony Campello, dois irmãos paulistas que comandavam um programa de música jovem na televisão, em uma época pré- Jovem Guarda. Sua vida pessoal sempre foi muito tranqüila, casou-se antes dos 20 anos com o namorado do tempo de adolescente e com quem vive até hoje e muito bem, teve duas filhas que lhe deram duas netas...

Atualmente tem dedicado seu tempo a apresentações e gravações de música gospel e é uma senhora de 63 anos, muito bem quista, admirada e respeitada na comunidade onde vive, sempre à frente de campanhas humanitárias.

( este cd tem gosto de chicletes, Crush e Grapette)


This is Brenda Lee...
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3 comentários:

odilon disse...

Comcordo com todas as afirmativas em relação a Brenda. Só faltou tu nos falares da distinção acústica de algumas gravações dela e da Dinah Washington.

E sem criar atritos acho que uma parte do post esta a desejar esclarecimentos - Crush? Grapette? quem se lembra disto? Quem sabe publicar junto um glossário?

otávio disse...

Sabe como eu lembro da Brenda?

Como a menina que cantava Jambalaya, antes de começar as seções, no alto falante do cinema lá em Minas. Como o tempo passa uai!

Anônimo disse...

Belos tempos, belos dias...
Brenda Lee foi um marco na música americana que repercutia de maneira adorável aqui no Brasil, nos anos dourados.
Poucas cantoras tiveram um timbre de voz tão charmoso com acordes e recursos tão peculiares !
Saudades, Brenda ... quem pudesse voltar aos belos tempos da minha juventude !